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Posts Tagged ‘Catania’

Catania e Sant’Agata

Hoje, 05 de fevereiro, é dia de Santa Agata, a padroeira de Catania.
O ritual tradicional, uma procissao que recorda a dor do martìrio sofrido pela santa, é um dos maiores em toda a Italia e foi declarado pela UNESCO, Patrimonio Antropologico da Humanidade.
O documentàrio http://vimeo.com/36189168  mostra o clima que toma conta da cidade por 3 dias consecutivos, todos os anos, sem exceçao, desde o ano de 252 d.C.
 
 
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 Meteo per Gravina di Catania CT, Italia

sex     

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16°C|23°C

sab

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17°C|27°C

dom

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17°C|27°C

seg

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17°C|29°C

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Essa semana estou completando um ano de Italia! Resolvi contar um pouco do que foi esse primeiro periodo aqui. Quero mostrar alguma coisa do que vi, do que ouvi, do que li… do que vivi.

Começo, entao, com a retrospectiva das cidades que visitei. Um pedacinho de cada lugar, mais ou menos uma por mes, sò pra dar um gostinho. Se quiser saber mais sobre alguma delas me pergunta que eu conto mais depois, ok?

Torre de BelémLISBOA – Nos casamos no comecinho de fevereiro e viajamos em seguida de lua-de-mel para Lisboa.  Tava um frio desgraçado e eu sofri, viu? Mas passamos momentos deliciosos e foi tao gostoso passear pela cidade e conhecer um pouco dos antepassados do meu paìs. O mais engraçado era estar na Europa e falar portugues! Hehehehe… Nossa lingua é realmente uma boa mae. Graças a ela me sentia confortavel e segura no primeiro contato com o mundo novo.

Catedral de Catania

Catedral de Catania

CATANIA – A cidade que me acolheu. A terra do marido Ernesto, na ilha, na Sicilia. Um lugar especial que tem sua vida marcada por terremotos e erupçoes do vulcao Etna… E’, eu tenho um vulcao como vizinho… Mas nao é ele que me mete medo, e sim o frio. Tà, sou muito friorenta  e ainda peguei, de cara, uma sinusite e uma conjuntivite, duas chatices que me obrigaram a ficar mais quietinha e ir me adaptando aos poucos. O primeiro dia de sol e consequentemente de liberdade foi em março e aproveitamos para um passeio no centro historico.

Paisagem de Agira

Paisagem de Agira

AGIRA – Em abril o marido Ernesto começa a trabalhar numa cidade da regiao central da Sicilia. Fizemos, entao nossa primeira viagenzinha com o objetivo de mapear as estradas de acesso e conhecer o posto onde ele trabalharia de guardia médica. A cidadezinha, tipica de regiao de montanha,  pequenininha, acolhedora e simpatica nos brindou jà desde a estrada com uma paisagem de inicio de primavera, prados verdes e muitas flores. Parecia uma pintura! Uma beleza!

Castelo de Sperlinga

Castelo de Sperlinga

SPERLINGA – Em junho fomos conhecer Sperlinga que é uma comuna italiana da regiao central da Sicília, província de Enna, com cerca de 963 habitantes. Pequeninissima estende-se por uma área de 58 km2. (Fonte: Wikipedia). Sua maior atraçao è um raro exemplo de castelo rupestre, em parte escavado na rocha, provavelmente no periodo anterior aos Siculos (povos originarios da Sicilia, pre-greos – XII-VIII seculo a.C.), em parte costruido sobre a mesma rocha, entorno ao ano 1000. E’ um castelo muitissimo bem conservado, dentre os que eu jà vi, um dos mais  preservados e ainda foi totalmente restaurado hà uns 20 anos atràs. De cima do castelo temos a visao panoramica de 360° do centro da ilha. De tirar o folego!

Mosaicos em Villa del Casale

Mosaicos em Villa del Casale

ENNA  – Em julho, jà em pleno verao, fizemos muitas viagens. A maior parte dos passeios foi na Sicilia central,  com seus castelos,  torres e sitios arqueologicos diversos. Num fim de semana aproveitamos e visitamos, no centro da cidade de Enna a Torre de Federico, o Castelo di Lombardia e depois pegamos a estrada e fomos conhecer ainda o internacionalmente famoso sitio arqueologico de Piazza Armerina , a Villa del Casale, com os mais bem preservados exemplares de mosaicos romanos (do IV seculo d.C.), distribuidos numa àrea de mais de 3.500 m2., reconhecidos como patrimonio historico da humanidade pela Unesco.

Roccalumera e a bòia rosa

Roccalumera e a bòia rosa

PRAIAS – Em julho, ainda, o calor pega! Mas dessa vez, ao contrario do frio, nao tive nada do que reclamar, foi sò alegria! A bola da vez foram as praias. Como estamos numa ilha, voces podem imaginar, o que nao falta é litoral pra conhecer. Teve Marina di Cottone, Letojanni, Santa Maria La Scala, Giardini Naxos, Roccalumera, Brucoli… Sò pra citar a parte oriental da ilha. Teve passeio de uma manha, de um dia inteiro, de fim de semana, de alguns dias, com amigos, com a familia e ao meu lado o marido Ernesto….  além da minha bòia rosa. E’, eu me aventuro em qualquer aguinha, pocinho, lago, rio, mar ou até poça de chuva… mas sempre com minha fiel companheira.  Se eu sei nadar? Sei, mas me apeguei a essa amiga inflavel num periodo dificil da minha vida e hoje, mesmo nao precisando mais dela, nao abro mao do conforto e da alegria que ela me proporciona. Ah! Jà aviso logo: nao dou, nao vendo e nao empresto!

Bom, por hoje paro por aqui. Amanha mudo o tema e continuo com a retrospectiva  falando das coisas que eu li nesse ultimo ano. Lembrando que amanha é dia da blogagem coletiva proposta pelo blog Fio de Ariadne e o tema é O livro da minha vida, ao invés de contar sobre o livro que marcou a minha “antiga” vida, resolvi falar dos livros representativos desse periodo da minha “nova” vida… desse admiravel mundo novo da LuLu.

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A feira

 

 

A història da humanidade està repleta de referencias a feiras. Nao se sabe ao certo onde e quando apareceu a primeira feira, no entanto hà dados que mostram que em 500 a.C. jà havia feiras no Médio Oriente.

Os primeiros relatos de feiras aparecem misturados com referencias ao comércio, às festividades religiosas e aos dias santos. Feiras sempre revelaram um aspecto comercial, onde mercadores de terras distantes juntavam-se, trazendo os seus produtos para trocar por outros.

 Apòs a decadencia do Império Romano, as feiras medievais representaram o momento no qual ressurge o comércio na Europa, no final do século XI. A Europa saía do feudalismo, no qual as pessoas viviam em territórios limitados, no qual produziam tudo o que precisavam, sendo que quando algo faltava, conseguiam-no através de trocas.

Começaram a surgir as feiras medievais, que de tao importantes interrompiam guerras e a paz era garantida para que os vendedores, dispostos lado-a-lado, pudessem trabalhar com segurança. Os mercadores medievais realizavam as transições comerciais e intermediavam trocas numa atividade eminentemente itinerante. As feiras medievais eram instaladas em locais estratégicos, como o cruzamento de rotas comerciais, e algumas chegaram a ter abrangencia internacional. Enquanto o povo que se movia de barraca em barraca, prosseguindo nas compras dezenas de saltimbancos, fazendo malabarismos, procuravam divertir quem ali passava.

Até os dias de hoje a feira tem um ar de alegria, uma bagunça organizada, um misto de cheiros, pessoas, cores… Adoro!!! Aqui na minha cidade tem feira quase todos os dias. Espalhadas por varios cantos. Algumas fixas outras itinerantes. Essa feira das fotos fica no centro històrico de Catania é permanente e é enoooorme. Meus sogros vao no minimo duas vezes por semana em feiras diversas e compram sempre frutas, verduras, queijos, salames e peixes fresquinhos. Jà sao conhecidos dos feirantes e tem uma manha pra escolher e negociar que impressiona! Hehehehe.. Adoro ir com eles pra aprender e conhecer mais coisas desse mundo novo.

Fotos By LuLu na Italia © ……………………………………………………………………………………………….

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