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Archive for the ‘Amizade’ Category

Carinho empacotado

Chegou pacote do Brasil!!!!!!!!!!!!!

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Calor humano.

Nao gosto de frio. Da temperatura a pessoas.

Do tipo de gente que nao manifesta emoçoes claras, que nao vibra com noticias, palavras, idéias, que nao reage a mudanças, que finge que nao viu, que ignora.

Eu sou do tipo transparente, claro, ativo e reativo, nitidamente partidàrio, perceptivo, criativo, agitado, vibrante, rumoroso, emotivo, sensìvel e intenso.

Eu sou muito quente.

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Profissao? Bruxa.

Vou fazer uma confissao: se tem uma coisa que me incomoda nesse novo mundo é responder questionàrio de loja… e eu sei bem o porque.

O fato é que passei uma vida inteira a atrelar meu ego e minha auto-estima ao meu trabalho e, desde que vim pra Italia, esse grande pilar da minha pessoa ruiu de uma vez sò. E foi pho-da beeeem dificil.

Até que, proseando no facebook com uma amiga-irma-flor, contando pra ela que anteontem eu sonhei que o Etna entrava em erupçao e que hoje o vulcao cuspiu fogo e fumaça, igualzinho no meu sonho, ela sugere: LuLu, porque voce nao trabalha como bruxa???

E eu A-MEI isso!!!

Nome?  Maria Luiza Rossi Di Salvatore.

Idade? Quarenta e dois anos.

Nacionalidade? Brasileira.

Profissao? Bruxa.

Etna visto da Reggio Calabria - Foto meteoweb.eu

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Quem sou eu para falar de amizade? Minhas amizades ao longo da vida já passaram por todos os tipos de fases. Pouquíssimos amigos sobreviveram ao período em que passei por um tratamento para depressão. Essa doença tão terrível arrancou de mim por quase dois anos a alegria de viver, transformando-me numa pessoa tristonha, mórbida, apática e completamente  diferente daquela que todos estavam acostumados a ver. Durante essa fase, que foi uma das mais difíceis da minha vida, entendi verdadeiramente o significado da expressão: “separar o joio do trigo”. Uma horda de pessoas, que antes borboleteava a minha volta atraída somente pela minha luz sem querer dar nada em troca, voou para longe rapidamente, em poucos dias depois que a doença se instalou. Várias pessoas magicamente se revelaram. A primeira máscara a cair foi a dos “amigos-só-de-farra” uma definição para aqueles muito imaturos, muito rasos e superficiais que não seguram nenhuma peteca de jogo algum que não seja relativo a boteco, festa, sexo e roquenrol.

Entremeada por altos e baixos, alguns péssimos e outros momentos melhorzinhos  fiquei impávida só assistindo àquela seleção natural, inerte, mas angustiada. Deixei quase todos irem embora. Naquele período não tive força pra quase nada além de sobreviver. Fiz o que pude. Ficaram aqueles que souberam, acima de tudo, respeitar o que eu estava passando. Restaram as pérolas. Uma grande amiga remanescente até mencionou, outro dia, o quanto a minha relação com ela foi suscetível aos “meus momentos”. Enfim, baseada em outra frase muito conhecida que diz que o que importa é a qualidade, depois de tudo tornei-me muito mais seletiva. Estou a cada dia mais consciente não só do valor dos pequenos gestos de carinho inesperados e descompromissados, mas também do sutil e gradativo abandono ao qual as relações mais débeis se expõem. Continua a diminuir o número de pseudo-amigos que eu acreditei um dia possuir. Apesar do que possa parecer aqui, mesmo com alguma perda, não carrego comigo nenhum arrependimento. Talvez por isso eu acredito que me qualifique um pouco para tentar sugerir a alguém alguma coisa útil sobre amizade.

Outro dos temas mais presentes como causa de afastamentos, pela minha experiencia, é o da tirania na amizade. Percebi que muitas amizades, até de grande afeto e intimidade, insistiam em se manter tiranizando-me. E eu passei a não permitir mais esse tipo de vínculo e busco estar atenta e evidenciar nas pessoas essas atitudes que pra mim já não são nada atraentes, nem tampouco saudáveis. Por amizade tirânica eu defino aquela onde cumprir um protocolo de regras e compromissos passa a ser mais importante que muitos valores como o amor, o crescimento, o respeito e a compreensão mútua. Algumas pessoas parecem acreditar que por ser meu amigo lhes dá o direito de cobrar coisas e serem agressivas como se eu realmente tivesse que cumprir algum código de honra, ou um passo-a-passo para satisfação da carência alheia ou um calendário anual de eventos obrigatórios aos amigos tiranizáveis. 😀 Hehehehehe. Isso existe e me incomodou muito, mas hoje em dia lido com as tiranias ainda presentes nas relações de amizade de um modo muito melhor e me permito até brincar. Brinco, sim, na medida do possível. Costumo dar minhas conhecidas gargalhadas hiper-sonoras em resposta a alguns amigos que se excedem e esperneiam cobrando uma justificável ausência minha no dia-a-dia. Atençao, não que a ocasião criada pelo amigo não seja importante pra mim, mas é a atitude de cobrança que não deve ser excessiva nem carregada e o peso, carência e agressividade jamais podem se sobrepor à leveza, a alegria e o prazer de conviver.
Várias são as razões para o afastamento das pessoas, não necessariamente a falta de um sentimento profundo ou de amizade verdadeira, às vezes é apenas a própria efemeridade natural de alguns tipos de relações. Aprendi que muitas pessoas que passam por nossa existência, quando menos se espera, se afastam, ora por concluir uma etapa misteriosa de evolução e aprendizado, ora pela seleção natural de afinidades, como um ciclo que se fecha.

A vida deve seguir sempre fluindo. Cada um tem, ainda, os seus bons e maus momentos. O maior aprendizado foi o de entender melhor as razões para o afastamento de todos nós. Costumo comparar a dinâmica das relações como uma dança aos pares e a mudança de alguns passos na dança do afeto e da amizade pode deixar de ser conveniente para alguma das partes e se deixa simplesmente de dançar.

A exemplo do que eu já lutei (e ainda luto) contra atitudes inconvenientes ou contra pisões nos pés ao longo da dança poderia citar várias situações. Algumas soariam tristes, outras leves, cômicas ou até infantilmente ridículas. Talvez seja um estilo meu, mas busco verdadeiramente a leveza e o bom humor sem deixar de dizer claramente quando um tipo de comportamento não me interessa mais. Continuo, é claro, muito atenta principalmente ao “modo” para impor limites difíceis, afinal estou lidando com pessoas amigas. Tento sempre falar com o devido carinho, para quem ainda me interessa manter e transformar, mas aprendi a duras penas que dificilmente se extingue um comportamento ambíguo muito arraigado ou inadequado sem algum tipo de dor de crescimento. Se existir amor a amizade permanece com outras bases mais seguras, mas se não, extingue-se. Melhor assim. Mesmo sendo muito difícil abrir mão de certos apegos.

Longe de mim parecer que não creio na amizade ou que amigos não são muito importantes. Ao contrario, são e MUITO. Nem cometo o engano de achar que não possa eu também melhorar nas minhas relações. A cada momento de revelação de alguma dificuldade em relacionar-me ou aparente discórdia procuro voltar a mim e buscar refazer o caminho percorrido todo de novo. Acredito que devo primeiro me rever pra depois tentar levantar a cerca dos limites para o outro. Buscando de antemão os meus propósitos de harmonia e do bem. Nem sempre acerto, mas o meu objetivo tem sido o de continuamente experimentar para continuar a aprender. A realidade muda o tempo todo. Fato inevitável. A cada encontro alguns amigos antigos ou distantes podem parecer inadequados perante a nova LuLu que ressurge. É preciso estar atenta para identificar o sentimento puro e verdadeiro. Replantar é muito importante sem jamais deixar de cultivar e cuidar o que já existe. Pela minha natureza, para o bem da minha evolução, nesse solo fértil que é a minha vida, quero prosseguir alimentando, regando e oxigenando as antigas amizades e permanecer aberta à criação de muitos mais novos e frutíferos laços.

Algumas lições que aprendi:

– Ninguém está totalmente certo, nem totalmente errado.

– Amigos surgem de onde menos se espera.

– Amigos desaparecem, às vezes quando mais os esperamos.

– Amigos ressurgem.

– Todos merecem respeito.

Escrito por LuLu no Cafofo da LuLu, 16 de Fevereiro de 2007.

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Amigo,

Que a estrada se erga ao encontro do seu caminho
Que o vento esteja sempre às suas costas
Que o sol brilhe quente sobre a sua face
Que a chuva caia suave sobre seus campos
E até que nos encontremos de novo,
Que Deus o guarde na palma da sua mão.

(Benção Irlandesa)

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Hoje de manhã bem cedo o marido Ernesto tava me elogiando na webcam do msn me dizendo que eu tô com a pele bonita, elogiou os cachos do meu cabelo… Ele me acha sempre linda, mas eu senti que até ele percebeu que alguma coisa mudou em mim desde que cheguei ao Brasil.

Na hora eu respondi: é o clima, amore mio. Mas quando disse isso não me referia à esse inverno maluco de Brasília onde os termômetros variam entre 28 e 32 graus(que eu estou amando!!), e sim a todo esse amor e aconchego de útero materno que venho recebendo, que começa no cafuné, deitada na cama de minha mãe, passa pelas duzentas e cinquenta vezes que escuto a vozinha linda da minha sobrinha, afilhados e filhos de amigos queridos me chamando de “titia”, e vai até o brilho no olhar dos afetos, amizades e amores que tenho cultivados aqui.

Jardim de pessoas- flores, temperatura amena, muitos beijos e manifestações de carinho… Esse é o clima ideal.

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Ami(m)zade

Amigos

São tao necessários, que sempre se fazem presentes.

São tao grandes, que se distinguem.

São tao dedicados, que edificam.

São tao preciosos, que se conservam.

São tao irmãos, que partilham.

São tao sábios, que ouvem, iluminam e calam.

 

– Autor desconhecido –

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Desde que cheguei nao paro de pensar na Italia. Aliás, desde que saí de lá. Quando fui, foi a mesma coisa. Nao parava de pensar no Brasil. Será que algum dia esse pendulo se estabiliza? To me sentindo meio tonta com isso.

Amigo é coisa.. viu? Mas.. Que coisa! Que coisa boa!

Se abraço valesse dinheiro, eu tava rica.

O teclado tem TILLL!!!! Mas eu vivo esquecendo de usar.. hahahaha… 

Namorar o marido Ernesto virtualmente é uma mer**!

Sao 3 horas da manha e eu to aqui acordadona! Hoje já é dia 19 e só agora me toquei! Feliz Aniversário piminha!!!

Tô deslumbrada do quanto as pessoas sao simpáticas! Voce tem noção disso?! Todo mundo ri, aqui! Da caixa da padaria ao cara da bomba do posto de gasolina (como é que se chama essa profissão, hein? Esqueci…)

Tava colocando gasolina no carro da mamãe pra gente sair pra fazer umas comprinhas e na hora de ir embora eu agradeço ao atendente: buon lavoro! Hehehehehe.. To assim, misturando tudo com todo mundo.

Que estranho que foi o primeiro dia quando todo mundo só falava português à minha volta. Rádio, TV, placas.. TUDO! Pirei!

Já vou melhorando, mas ainda estranho cama, travesseiro, erro ruas, perco o sono, nao sinto fome… Ai,ai. Ainda to doidinha, doidinha… Ou pior… Como diz um amigo querido: mulher nao endoida… piora.

Adaptação ao fuso horário… Redaptação ao portugues… Readaptaçao ao teclado com TIL! Ops..esqueci de novo.. hehehehehe..

🙂

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E por falar em namorar…

Vamos namorar o ser humano , seja ele alguém que voce ve todos os dias ou eventualmente, e trata-lo como tal, com delicadeza, com respeito, com gentileza… e com o verdadeiro afeto dos namorados.

Dez 10 coisas simples que devíamos dizer mais vezes

Posted by Pedro e Eninha Campos do O que é isso?

Quantas palavras você fala durante um dia ? Não não estou falando de mensagens de texto, ou e-mails, estou falando de palavras que realmente saem de sua boca.

O valor médio é 16.000 palavras. Mesmo assim, muito do que dizemos pode ser sem sentido, simples conversas , ou mesmo conversas zangadas . Aqui estão dez coisas que poderíamos todos dizer mais vezes. Durante a leitura, eu aposto que você vai achar que a lista é muito simplista. No entanto, o impacto positivo que terá em seu humor e em seu dia é bastante dramático. Quer ver ? Tente!

Olá” Quantas vezes você senta silenciosamente ao lado de alguém em um metrô, ónibus ou em uma sala de espera ? Basta dizer um simples “Olá” ou “Oi” para a pessoa ao seu lado, e oferecendo-lhe um sorriso, você pode com isso levantar o humor. E você pode até ter uma conversa agradável para passar o tempo enquanto você está a espera.

“Obrigado” É difícil dizer “obrigado” com demasiada frequência. Mesmo quando você sente que alguém desempenha um serviço para ajudar o seu trabalho, agradecer-lhe fará você se sentir bem. Que tal dizer “obrigado” a seus empregados ou subordinados, quando realizarem uma tarefa para você, “obrigado” para a menina na saída do supermercado quando ela embala as compras para você, “obrigado” para o garçon que traz as suas refeições … Estas duas pequenas palavras de gratidão pode significar muito.

“Por favor” Uma palavra que, muitas vezes é associado com “obrigado”, talvez porque fomos ensinados a dizê-la quando crianças . Usando esta palavra num pedido torna as pessoas mais felizes por cumpri-lo. Quando pedimos á parceira (o) para passar o sal no jantar, use o “por favor”. Pedir gentilmente só faz bem e dá exemplo de educação e respeito.

“Aqui, tome meu lugar.” A maioria de nós tem a sorte de poder facilmente ficar em autocarros sem correr o risco de cair. Se você vir alguém idosos, grávidas lutando de alguma forma (talvez uma mãe com uma criança pequena), ofereça-lhe seu lugar. Se você estiver preocupado em ofendê-los, diga um “Estou sair logo” ou algo ligeiramente jocoso como “eu preciso fazer alongamentos com minhas pernas.”

“Esta é por minha conta.” Saíu para tomar umas bebidas com um amigo ou conhecido ? Em vez de insistir sobre a divisão da fatura ofereça para pagar a conta. É bom sentir-se generoso, e também sentir que você está recebendo um presente – seu amigo (a) pode retribuir da próxima vez. Uma nota de advertência : se você está em melhor condição financeiramente do que seu parceiro de drink, seja sensível a este respeito.

“Deixe-me ajudar com isso.” Se você vir alguém lutando, ofereça ajuda. Pode acontecer da sua ajuda ser rejeitada , mas a maioria das pessoas vai ser grata – fazer o dia de alguém mais fácil, irá colocar uma pitada de alegria no seu dia . Por exemplo , ajude pessoas : A Lutar com uma cadeira de rodas; A carregar bagagens pesadas num metrô, ônibus,etc;A carregar uma bandeja em um café; Pessoas com dificuldades de leitura;Mantenha seu olho atento a tantas outras situações em que você pode ser útil!

“Não creio que tenha conhecido. Eu sou [seu nome].” Se você conhecer alguém novo, não apenas resmungue sobre as condições meteorológicas , diga “oi”, diga-lhe o seu nome, e peça o dele. É embaraçoso falar com alguém durante dez minutos antes de ter de dizer “Desculpe, eu não entendi seu nome,” esteja confiante e aberto quando conhecer novas pessoas.

“Eu sou realmente apaixonada é por…” Então, muitas vezes, conversas giram em torno de assuntos de pouca importância para o falante e ouvinte. Se você acha que a maior parte do que você diz é só conversa fiada, tente ir mais fundo. Obviamente, isso não significa contar todas a sua vida e “alugar ” a pessoa ao seu lado no ónibus com toda a sua história -, mas quando você está começando a conhecer alguém, partilhe alguns dos seus hobbies e interesses, ou informe-o sobre os planos de vida. Você nunca sabe, você pode ter encontrado um parente de “espírito”.

“Tenha um ótimo dia!” Embora frases como “tenha um bom dia” que é normalmente mais usado pelo pessoal de televendas, deveriam ser comumente usadas por nós . É simpático desejar um bom dia, boa noite ou um bom final de semana quando você parte. Fale com verdadeiro entusiasmo, e você quase certamente terá um sorriso e um “obrigado, você também!”, em resposta – uma óptima maneira de terminar uma conversa em bom tom.

“Eu gosto de você.” Por último, as três mais importantes palavras, “eu gosto de você.” Você diz estas palavras para as pessoas que você gosta ? Não basta pensar sobre isso – sobre o modo como ama os seus filhos, seus pais, sua avó , seus amigos . É fácil presumir que as pessoas “saibam” mas, por vezes, ouvir essas palavras pode realmente fazer o dia de de alguém mais feliz. Isso para já é tudo.

Boa noite para quem é de boa noite , Bom dia para quem é de bom dia

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Participo do mundo virtual com publicaçoes desde nem-sei-mais-quando.  Comecei là pelo ano 2000 acho, quando iniciei a fazer fotos digitais pra valer e a publica-las no MSN com alguns comentarios simples e, naquela época, jà com uns poucos feed backs que recebia, achava o maximo a exposiçao que aquilo tinha. 

Em maio de 2005 comecei a escrever (e ainda escrevo) o meu primeiro blog o CaFôFo da LuLu quase como uma terapia, pra dar voz as vàrias pessoas que habitam dentro de mim. Uma especie de catarse pessoal, no sentido de purgaçao. Tem até uma aba de menu là em cima do blog (memorias) onde eu cato e re-publico umas palavras antigas que ainda insistem em falar. Naquela época o UOL era uma das melhores opçoes pra hospedar minhas idéias, e assim continuou por mais de 3 anos, mas depois comecei a acha-lo limitado, pesado até que, com a mudança pra Italia, decidi começar um outro blog num outro host, mas ainda amador. Testei, entao o Blogspot… Comecei a escrever receitas praticas do dia-a-dia num blog criado por uma amiga, o Dez Minutos, e Pronto! Uma experiencia que continua e é otima. Acabei trazendo para uma aba do menu là em cima (receitas)  algumas  delicias de là… Testei, por fim o WordPress, gostei muito mais e decidi criar um novo espaço pessoal aqui. Assim nasceu O Admirável Mundo Novo da LuLu. O porque do nome? Isso eu conto qualquer dia num outro post.

Entao, esse negocio de blogar até hoje sò me deu prazer, viu?  O que me dà mais prazer nisso tudo é a publicidade da coisa. Esse meu lado aparecido-de-ser se sente bem em ver e ser visto. No começo pesou muito a responsabilidade  em clicar na palavra “publicar” depois de escrever um texto. Nao demorou a cair a ficha da importancia de tornar as minhas idéias maluquinhas que até entao chegavam somente até um grupo seleto de amigos, de uma hora pra  outra  acessiveis a pessoas que nao conheço. Naturalmente reforçei o cuidado com as palavras e ao mesmo tempo o contrastante desafio de manter-me integra, inteira e verdadeira. Me sinto “eu” mas ao mesmo tempo uma personagem. E’ um fenomeno interessante e ainda penso em fazer uma tese de mestrado sobre isso.

Junto com o prazer o dever, assim eu aprendi. Ou era o dever primeiro e o prazer depois. E com o dever, as regras. Leis e regras existem para o bem comum e precisam ser respeitadas. Educaçao, honestidade e lisura sao tao importantes quanto o conteùdo ( às vezes até mais). Noçoes de espaço e forma criam harmonia. Limites sò sao limites se sao bem estabelecidos… A casa aqui é minha, verdade. O mundo aqui é meu, tà certo. E a vizinhança é de todos nòs. Ponto final. Bàsico. Faço o que eu quiser no meu mundinho e nao incomodo ninguem, assim como nao gosto de ser incomodada. Uma coisa muito importante: eu nao roubo. Se tomo emprestado peço antes ou aviso que tomei. Creditos sao pra serem creditados, senao seriam débitos.. e eu exijo os meus… por vaidade, picuinha…? Pode até ser, mas prefiro assim: Gostou? Pede que eu empresto. Juro… na boua.. empresto e fico feliz em compartilhar, mas se nao pedir… Ai,ai,ai…   pode até pegar uma vez sem eu ver, mas vai ser sò uma e a briga vai ser feia. Isso eu garanto. Pergunta pras minhas irmas. Brava a menina!! Ui!!

Cada um dos meus blogs pessoais referem-se a mesma LuLu, mas sao bem diferentes. O CaFôFo é fofo, é cantinho magico, é café-com-leite, é adolescente, é poético, é inconstante, é instàvel e é essencialmente um monòlogo. O Mundo Novo  jà comecou com uma proposta diferente do CaFôFo. O Mundo Novo é quase um diàrio da LuLu, é auto-biografico, é adulto, é livrinho de cabeceira, é bula de remedio, é bolsa de àgua quente, é ombro amigo, é pedido de socorro, é mural de avisos, é caderno de anotaçoes, é album de retratos… e é no mìnimo diàlogo ou quem sabe, roda de bate-papo.

Depois de escrever blogs e soltar as doidices pelo mundao afora, e sem freio, o que eu mais gosto é de receber comentario. Pode ser aqui mesmo ou por e-mail, ou ainda via messenger, mas é sempre um imenso prazer trocar idéias. Lugar comum de todo blogueiro, eu sei. Nao ligo de nao ser original. Eu gosto mesmo é de gente e de me comunicar e deve ser por isso que eu gosto tanto de falar e de escrever. Algumas novidades vieram com o Mundo Novo como a tal “Blogagem Coletiva”, os “Memes” e os “Selos”. Nunca tinha participado de nada desse tipo na época do CaFôFo. E com essas atividades de rede da blogosfera veio gente nova visitar o meu humilde mundinho e eu fiquei feliz à beça! Que sensaçao estranha e ao mesmo tempo otima de conhecer gente nova virtualmente! Nunca tive (nem tenho) pretensoes de ter um Mundo superpovoado (é assim sem hifen?) por isso nao faço publicidade, sò participo do que me dà vontade, se o tema coletivo for sobre algo que eu realmente goste de falar (da minha pessoa e do meu mundo, basicamente) e sò participo de jogos, correntes, memes e selos se tiver alguma coisa que me acrescente. 

Aliàs, paragrafo especial sò pra falar sobre os SELOS… Com todo o cuidado e respeito aos queridos que pensaram em mim e aos selos que me foram dedicados: Alguém mais além de mim acha que a coisa jà ta  perdendo  a graça, o rumo, o jeito e o sentido verdadeiro? Serà que sou sò eu que vejo banalizaçao em mandar o mesmo selo pra todo mundo e repetir duzentas-e-cinquenta-e-dez vezes a mesma coisa? Nao tà parecendo mais aquelas correntes chatééééérrrimas que existem desde a época das cartas de papel que chegavam na nossa casa ameaçando: se voce nao passar pra mais oitocentas pessoas a casa vai cair… seu emprego vai cair, seus cabelos vao cair, seus peitos vao cair, o seu nariz vai cair…? Tirando a parte da ameaça.. Nao tà nao? Olha, pra deixar bem explicado: eu reconheço todo o carinho implicito (e explicito) nos selos que eu recebi, viu? Reconheço, agradeço e nem sei se mereço.. sò pra rimar. O que eu questiono é a quantidade de selinhos que surgiu de uma hora pra outra na blogosfera e a quantidade de pessoas para as quais “temos” obrigatoriamente que repassar os benditos selos. Eu nao faço essas coisas por obrigaçao de fazer. Se é obrigaçao acaba por perder o sentido de mérito, nao acha? Sei là, eu comecei a achar chato, sabe?

Pra encerrar (finalmente affff!.. esse post tà parecendo a Carta de Pero Vaz de Caminha de tao longa!) eu quero agradecer às pessoas que me acompanham nessa aventura blogosférica (existe isso?)desde sempre. Quero agradecer também aos que me seguiram nessa nova fase da nova vida que iniciei na Italia, aos queridos e queridas que me visitaram desde a minha ultima blogagem coletiva e deixaram recadinho e aos que vem chegando de mansinho sem dizer nada. Quero especialmente saudar esses novos amigos e dizer: Sejam bemvindos ao meu Mundo Novo.

Beijo.Ciao.

LuLu.

LuLu_2009_04_04_messina-172b

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bcO que seria de mim se nao fosse a net?

O que seria de mim sem os curiosos olhos que me guardam sem me ver me mantendo a espinha ereta, a mente esperta e o coraçao tranquilo? O que seria de mim sem os amigos-presentes e seus abraços virtuais ou sem os beijos de minha familia via webcam? O que seria de mim sem a força de palavras de esperança nos momentos dificeis?

Além de tudo o que recebo, de todas as baterias que recarrego com as palavras depositadas aqui, meu mundo é ainda mais admiràvel, porque eu posso compartilhà-lo com voce. Pra começar eu nem estaria aqui na Italia se nao fosse um e-mail de meu amado marido Ernesto, na época um ilustre desconhecido, que me achou “por acaso” no Yahoo. Qualquer dia eu conto esse causo que juntou, sonhos iguais e  nacionalidades diferentes. Nada é por acaso, é verdade, mas nem a magia do destino, ou de almas gemeas, sei là, seria possivel sem esse maravilhoso mundo da rede mundial.

Desconheço hoje meio mais dinamico, popular, rico ou democratico. E pela primeira vez na minha vida faço parte de algum tipo de parcela de privilegiados  em absoluto, ou de alguma minoria, se preferir assim. Somos cerca de um bilhao de pessoas no mundo com acesso à internet, mas apesar desse numero parecer grande, ainda restam 80% da populaçao mundial sem acesso a grande rede.

Especialistas estimam que, no primeiro semestre de 2009, metade da populaçao brasileira, ou seja, mais de 90 milhoes de indivíduos, terao de alguma maneira acesso à internet, seja em casa, no trabalho, no celular, seja em locais públicos. A cada ano, a conscientizaçao de que expandir esse acesso é sinonimo de inclusao social, cresce, e muito se tem feito. Mas ainda é pouco.

Todo dia eu rezo e junto com minhas energias positivas emanadas para esse universo, tem o meu desejo e a minha projeçao de que um dia seremos todos um, realmente TODOS-um, com livre acesso à informaçao, à cultura, aos direitos humanos à liberdade de expressao, à saùde e à internet. 

VIVA A MODERNIDADE!

 

bc1

 

 

O tema do texto de hoje foi uma proposta feita pelo blog ESTERANçA da Ester e se voce clicar no selo vai ler mais opinioes sobre o assunto e conhecer mais pessoas que me fazem sentir parte de alguma coisa muito maior do que apenas o meu mundinho.

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Se-los

SELOS, se nao te-los como sabe-los?

blogagem-coletiva O primeiro selo é para divulgar que esse mes volto a participar de uma blogagem espontanea e coletiva que acontecera no dia 17 de fevereiro. A proposta partiu da Vanessa do blog Fio de Ariadne e se chama: O livro da minha vida.

Todo mundo pode participar e para isso as regras sao:

1. Deixe seu nome e blog là na caixa de comentários do post do blog  Fio de Ariadne (clique aqui);
2. Pegue là o selo da coletiva ;
3. Faça um post sobre o evento no seu blog, contendo este passo-a-passo e divulgue o selo;
4. Prepare na data marcada um post falando sobre o livro, sobre a experiência de lê-lo, o que marcou, o que quiser falar sobre ele. Trata-se do livro da sua vida, você é quem manda.

 

Agora… atençao! Rufem os tambores!!!!!  Toquem as trombetas!!!!! Cortem-lhe a cabeça!!… Ops, nao, essa foi em outro mundo… hehehehe 🙂

Tambores, plis!

selo_premiodardos1 Bom, respeitavel publico, o segundo selo é um delicioso presente, uma especie de homenagem, que eu recebi da B. do site Brasil na Italia (que eu sou fan de carteirinha). E eu fiquei tao emocionada, mas tao emocionada, que esse selo entrou pra minha listinha daquelas coisas que quando acontecem a primeira vez a gente nunca esquece. Primeiro pela honra de ser indicada por um site que eu considero o melhor site da blogosfera para quem quer dicas sobre qualquer assunto relativo a Italia e segundo pelo selo em si, o Prêmio Dardos que, como a propria descriçao que ela coloca no site diz,  visa “reconhecer os valores que cada blogueiro mostra a cada dia, seu empenho por transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. Em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento  vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras“.

Chique, nè? 😉

Bom, o premiado deve seguir as seguintes instruções:
1. Exibir a imagem do selo em seu blog
2. Linkar o blog pelo qual você recebeu a indicação
3. Escolher outros blogs a quem entregar o Selo Prêmio  Dardos
4. Avisar aos escolhidos

Os meus “selados” são:

Eu na Austria

Olha que eu achei

Olhem pr’ò que me deu

Pra gente ser feliz

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Meme – Pecados e a LuLu

Nao quero me tornar repetitiva por falar de outro meme em tao pouco tempo, mas gosto de falar de mim, o que eu posso fazer? 🙂 O que me justifica, ainda, é o fato de que colocar aqui os meus pecados capitais me forçou a fazer uma pequena pesquisa, coisa que eu adoooro ainda mais do que falar de mim. 

O meme atual foi proposto pela Gisele do blog Eu na Austria.

Primeiro vou falar um pouco de pecado. Pecar vem de “pecare” que significa “errar de alvo”. Pecado designa todas as transgressoes de uma Lei ou de princìpios religiosos, éticos ou normas morais; podem ser em palavras, açoes (por dolo) ou por deixar de fazer o que é certo (por negligencia ou omissao), ou seja, onde há Lei, se manifesta o Pecado. Os pecados capitais sao aqueles considerados os principais, porque através deles se cometem outros pecados menores.

Segundo eu quero explicar o que é cada pecado capital.  Aqui  tem uma parte da explicaçao que a Gi passou e ainda acrescentei mais alguma coisa que pesquisei.

Os sete pecados capitais eram oito, elaborados no inìcio do Cristianismo pelo monge grego Evagrio do Ponto, e definindo as principais inclinaçoes negativas do ser humano (curioso que na lista de Evagrio, o pecado mais grave é a gula…). Todos eles eram capazes de levar-nos ao inferno. Por volta do ano 600, o Papa Gregorio, fez a primeira reforma da lista, incluindo a “inveja”, mas fundindo orgulho e vaidade. No século XVII a lista foi novamente reformada, e a “melancolia” deixou de ser pecado, sendo substituìda por “preguiça”.

Chegamos então à lista que hoje nos serve de base:

1) Gula: representa o desejo insaciàvel do ser humano de ter sempre mais do que jà tem e precisa; na maioria das vezes, as pessoas consideram a gula o pecado de comer excessivamente e mais do que necessita, mas esse pecado também està relacionado ao egoìsmo humano e ao exagero: querer ter sempre mais e mais, nao se contentando com o que jà tem;
2) Avareza: é a cobiça de bens materiais e dinheiro; avareza, no cristianismo,  é sinônimo de ganancia, ou seja, é a vontade exagerada de possuir qualquer coisa; na concepção crista, a avareza é considerada um dos sete pecados mortais, pois o avarento prefere os bens materiais ao convìvio com Deus; neste sentido, o pecado da avareza conduz à idolatria, que significa tratar algo, que nao é Deus, como se fosse deus.
3) Inveja: é o desejo por atributos, posses, status, habilidades de outra pessoa gerando um sentimento tao grande de egocentrismo que renegue as virtudes alheias, somente acentuando os defeitos; a origem latina da palavra inveja é “invidere” que significa “não ver”;
4) Ira: é a junçao dos sentimentos de raiva, ódio, rancor que às vezes é incontrolável; é um sentimento mental e emotivo de conflito com o mundo externo ou consigo mesmo, que controlamos pouco e manejamos pior ainda, deixando-nos fora de nossas açoes;
5) Vaidade: (também chamada de Orgulho ou Soberba) é o desejo de atrair a admiraçao das outras pessoas; é caracterizada pela falta de humildade de uma pessoa, alguém que se acha auto-suficiente; é considerado o mais grave dos pecados capitais; é o amor próprio que vai além dos limites, e que coloca acima do amor de Deus; vai contra o Primeiro Mandamento (Amai a Deus sobre todas as coisas), e foi esta paixao que provocou a rebeliao dos anjos e a queda de Lúcifer;
6) Luxúria: consiste no apego aos prazeres carnais, corrupçao de costumes; sexualidade extrema, lascívia e sensualidade; desejo desordenado pelo prazer sexual; os desejos e atos sao desordenados quando nao se conformam com o propòsito divino, que é propiciar o amor mùtuo entre os esposos e favorecer a procriaçao.
7) Preguiça: aversao a qualquer tipo de trabalho ou esforço físico; caracterizado pela pessoa que vive em estado de falta de capricho, de esmero, de empenho, em negligencia, desleixo, morosidade, lentidao e moleza, de causa organica ou psìquica, que a leva à inatividade acentuada; aversao ao trabalho, frequentemente associada ao ócio, vadiagem; é uma falta de esforço fìsico ou espiritual, que degenera a alma e leva à tristeza e à depressao.

Regras:
– Citar em que voce se enquadra em cada um dos pecados capitais;
– Publicar suas respostas no blog;
– Passar para 8 blogs (acho muito!)
– Avisar e linkar os blogs escolhidos

Foi uma longa reflexao, a que fiz, pra chegar até a publicaçao dos aspectos dos meus pecados, sabe? Loooooonga, esticando bastante pra pronunciar o “O”. Foram alguns dias de auto-reconhecimento, penitencia e vergonha e a conclusao a que cheguei é que de zero a sete eu peco onze e meio, mais ou menos.

Pecados e a LuLu:

1) Gula: Eu quero muito mais do que jà tenho. Quero mais beijos do marido do que jà tenho, quero mais atençao de toda a familia e amigos do que jà tenho, quero mais recadinhos no blog do que jà tenho, quero mais sapatos do que jà tenho, quero mais bolsas (hummmmm)… Eu como, também, bem além das minhas necessidades. Me perco nos cremes, nos paes (com os cremes, inclusive), nos salames, nos queijos, nas castanhas, nas massas, nos bolos. Tem dia que eu acordo sonhando com leite com café, pao, manteiga e geleia de goiaba, tudo junto ao mesmo tempo, agora e muito. Porque serà que eu nao acordo algum dia com uma vontade incontrolàvel de comer verdura, hein?
2) Avareza: Eu cobiço, sim, mas taì um quesito que nao me envergonho porque eu nem consegui imaginar algo forte pra exemplificar aqui. Depois de muito refletir e até de pedir ajuda ao marido Ernesto eu reconheci que sou avarenta com meu espaço fisico, com meus armarios, minhas estantes (veja que é tudo MEU, han?) e quando eu arrumo uma coisa ela deve continuar  exatamente como eu arrumei, senao eu dou um ataque. Ninguem pode tocar. Pegou o aspecto do apego material?
3) Inveja: Ai. Esse doi. Eu invejo. Muito. Invejo a boca, o corpo, a pele, os cabelos, o talento (e até o marido, nè nao? Diz aì! Confessa, vai!) e tudo o mais da Angelina Jouliiiii!!!!! E’ que ando numa fase bastante insatisfeita com meu corpo e, bem verdade, nao estou me “vendo” muito, mesmo. Sorte que estamos no inverno e eu me cubro da cabeça aos pés que nem aquelas mulheres de burca.
4) Ira: Sò esse pecado aqui vale uns tres pontos. Como um veneno que corroi lentamente as minhas entranhas e que cedo ou tarde me portarà a morte… assim é a minha visao da Ira. Meus hormonios me chicoteiam, me cospem na cara, me chutam no estomago e me  jogam quase todo mes  dentro  de um caldeirao fervente cheio deste pecado. E eu, como uma cadela raivosa, com direito à baba e latidos bestiais sucumbo. Uma visao do demo, imaginou?
5) Vaidade: Eu desejo muito obter a atençao, o carinho e também a admiraçao das outras pessoas, admito. Esse blog é o que, por acaso? Fisicamente, como jà disse, nao ando numa fase das melhores, ando com a auto-estima até bem baixa. Me considero inteligente, até acima da média, mas nao me acho auto-suficiente. Agora, sou muito chata com detalhes e quando faço, acredito que faço bem feito e bem melhor do que muita gente que eu conheço.
6) Luxúria: A luxuria e a gula se confundem. A maior diferença seria que a gula é exagerada na quantidade e a luxuria no refinamento e na qualidade. Eu sou exagerada nos dois. Adoro sujeitar a minha lingua a incursoes delicadamente sensoriais pelos caminhos do experimentar e vou longe, bem longe, com paciencia, sem me cansar. No campo dos sentidos sou aquela dos toques sutis, dos sussuros ao pé do ouvido, dos olhares longos carregados de emoçao e da ausencia total de pressa.
7) Preguiça: A mais triste e dura de todas as reflexoes. Essa fase em que me encontro me causou uma duvida daquelas tipo Tostines: Eu acordo sem vontade de fazer qualquer coisa porque estou deprimida ou eu estou deprimida porque acordo e sucumbo a falta de vontade de fazer qualquer coisa?

Eu vou sugerir sò a metade das pessoas que me indicaram, mas voce pode indicar quem voce quiser, ok? Se eu lembrar de mais algume eu coloco aqui. La vai, sugiro essa reflexao que propoe o meme para:
Pra Gente Ser Feliz
Blog da Re
Manga Com Pimenta
Noticias da Bota

Fontes de pesquisa: Guerreiro da Luz, Wikipedia, Alunos Online, Natureba.

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A felicidade sò é verdadeira quando compartilhada.

– Christopher McCandless –

Independente da minha mania de nao fazer balanços, nem resoluçoes pessoais nessa época somente por ser o “fim” do ano do calendario Gregoriano, quero aproveitar o clima de recomeço para homenagear a voce que me acompanha, que me le periodicamente ou que caiu aqui por acaso. Estou me referindo a voce que me conhece intimamente,  pessoalmente, de  passagem, ou somente virtualmente, enfim, voce que està lendo agora.

Desejo a voce o melhor que se possa desejar: uma vida plena de luz. Uma vida plena, com emoçao, descobertas, novidades, mas também com paz, tranquilidade e quietude. Espero que voce tenha oportunidades ricas para tentar o que quer que seja, ousar, quem sabe se machucar, quem sabe triunfar  e seguir adiante. Te desejo força pra superar, suportar, refletir, discernir e dialogar. Estarei aqui pra te ouvir, se precisar… mesmo que eu pareça distante fisicamente… 

Quero que voce saiba que valorizo muito a sua presença na minha vida. Do fundo do meu ser sinto que nossos laços tem um nò bonito e apertado, feito com fita laranja bem alegre e, sendo assim, desejo que sejam eternos. 

Com amor.

LuLu.

LuLu

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FELIZ MUNDO NOVO!

Eu nao sou muito de balanço pessoal de fim de ano, sabe? Essa famosa avaliaçao do ano que passou, o que se realiza e o que se deixa de realizar, me acomete à época do meu aniversàrio, quando, aì sim, eu repenso os meus projetos pessoais e guardo o horizonte dos meus planos privados com os olhos da experiencia que vivi, tomo um folego e continuo a tocar o barco.

Esse tal “fim de ano”, fabricado forçadamente pelo calendario Gregoriano tem pouco efeito sobre mim. Tirando os fogos de artificio, que eu adoooro!! Hehehehe. Falando sério, nao vejo muito sentido em contar o ano, assim como determinaram, sem um referencial forte ligado a qualquer transformaçao, entende? Sem, por exemplo, um solsticio, sem um alinhamento planetario, sem alguma representatividade energetica, sem uma conexao com algo maior. Essas festas simbolicas, repetidas mecanicamente e comercialmente  me soam falsas, incompletas e vazias. Tenho a sensaçao de que algo se perdeu das antigas tradiçoes, e era algo da qual eu fazia parte.

Bom, na pratica eu repenso meu papel nesse mundo quase todos os dias. Sério, sem exagero. Tenho permanentemente uma sensaçao intima, latente, de fazer parte de algo muito além do pequeno nucleo onde estou vivendo fisicamente e reflito muito mais sobre o que eu possa melhorar no grande universo do que sobre coisas paupaveis.

Hà alguns anos venho seguindo algo que posso chamar de minha luz interior e é essa luz que me inspira, me impulsiona e guia o meu caminho. Mesmo tendo que comer, dormir e viver como uma mortal da face da terra eu sinto que preciso também manter essa luzinha acesa, viva, forte e pra isso procuro meditar, refletir, estudar, acentuar os meus valores e ainda manter a conexao dessa luz com a luz das outras pessoas. As luzinhas todas juntas, caminhando juntas, conscientes, evoluindo, crescendo, aprendendo, com os mesmo propositos do amor, da generosidade, da coletividade, do respeito, formam uma unidade. Essa unidade que jà é, ou seja, jà existe, somos nòs, todos os seres conscientes do universo. Essa unidade é agregadora, motivadora por si sò. Essa unidade é tranquilizadora,  protetora e definitiva. Fazendo parte dessa rede de luz sò nos cabe guardar a direçao e caminhar sempre avante. E é nisso que eu tenho pensado durante o ano todo, todos os dias, serena, segura e determinada. Unidade, entao.

Feliz mundo novo pra todos nòs!

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Natal

O Natal da familia vai ser aqui em casa. Estou meio sumida porque ando bem envolvida com os preparativos. Felizzzzz que nem pinto no lixo, sabe? Hehehehe 🙂 Acho que agora a coisa pegou no tranco. To mais motivada, mas nao estou neurotica, nem controladora maluca, nao. To bem. O dia vai chegando perto, passamos algum tempo comprando coisas pra ceia e a empolgaçao e a loucura do comércio torna dificil nao se contagiar. Todo mundo na rua correndo muito e se cumprimentando: AUGURI!

Me lembrou uma época, dos meus 15 aos meus 20 anos quando eu participava ativamente de um grupo de jovens da igreja catolica chamado SEGUE-ME. O nome nao é nenhuma alusao a algum filme de perseguiçao obsessiva (hehehehe), mas sim a uma frase, supostamente dita por jesus, de um dialogo narrado na Biblia (Mateus 19:21; Marcos 10:21; Lucas 18:22) onde um jovem rico se apresenta ao mestre dizendo que sempre havia seguido os mandamentos de Deus e queria saber se era suficiente ou se tinha mais alguma coisa que ele pudesse fazer e jesus arremata lhe aconselhando:  “-Vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-me.” … A filosofia proposta é belissima, oportuna e atualissima em tempos de crise nesse mundo em que vivemos. Tem também uma mensagem que cabe direitinho no periodo de Natal nos convidando a voltarmos nossos olhos para outros valores que nao os da riqueza material e ajudarmos os pobres, os solitàrios, os doentes, os desesperados, enfim, aqueles os quais esquecemos a maior parte do ano. Bom, coloco aqui pra reflexao a idéia de exercitar a generosidade, de desapego, mas nao é sobre isso que quero falar hoje.

O que me fez fazer toda essa apresentaçao inicial sobre o movimento de jovens da qual fiz parte foi a lembrança de uma turma de amigos, que se formou trabalhando pelo encontro juntos na equipe do canto, e que de uma maneira jocosa e muito especial saia por todos os cantos da cidade, em qualquer época do ano, cumprimentando as pessoas com um alegre FELIZ NATAAAAL! Era uma delicia! Todo mundo se contagiava, mesmo sem entender direito. A idéia começou porque refletimos que o nascer simbòlico, a renovaçao, a energia de começar, ou seja o “nosso” natal deveria acontecer todo dia e nao somente nessa época, agora em dezembro. Esse ano de 2008 foi assim pra mim, repleto de novidades todos os santos dias e… entao, que assim seja, sempre. Desejo a todos nòs que saibamos trazer a cada dia uma energia nova pra nossas vidas, cheia de motivaçao, de descobertas, de aprendizados… Desejo a todos nòs um ano novo repleto de natais.

FELIZ   NATAAAAAAAL!!!!!

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Com a consciencia de que nuvens, vulcoes, cristais, sementes, flores, arvores, leoes, gatos, passaros, borboletas, peixes, tartarugas, baleias, insetos e… humanos…  somos todos um.

Com a visao de que a luz que temos em nòs se reverbera, se multiplica, se transforma, se movimenta e chega a todas as partes desse universo.

Te agradeço por fazer parte da minha vida. Te agradeço por voce ser a prova viva da unidade em nòs. Te agradeço por sua força e sua doçura. Te agradeço por sua compreensao e generosidade, por seu exemplo e sua humildade em receber a minha experiencia humana. Te agradeço por suas palavras e seu silencio afetuosos. Te agradeço por sua responsabilidade e sua ousadia corajosas. Te agradeço por voce vir aqui me ler. Te agradeço por seu ser. Porque é. Somos. Grazie.

Reafirmando o quanto voce é importante pra mim.

Receba o meu abraço.

Pra voce.

Amor.

LuLu.

abraço_flor

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Piano, piano se va lontano. Essa é a uma das expressoes que eu mais tenho ouvido  desde que cheguei aqui na Sicilia. A traduçao literal seria: devagar se vai ao longe. Aqui se usa também dizer apenas piano, piano… no sentido de pouco a pouco as coisas vao acontecer, calma, tranquila. Sempre fui muito ansiosa e realmente uma das coisas mais importantes que eu aprendi nesses meses foi esperar. Dificil liçao, sabe? Me sinto ainda muito menos ativa e independente de quanto eu era no Brasil, mas apesar disso, e como sei que nada é por acaso, aproveito pra praticar meu mantra pessoal que é: deixar fluir. Entao, procuro respirar fundo diante do que nao posso mudar, agir com presteza naquilo que eu posso e assim prossigo vivendo com amor e aceitaçao.

Parece que eu to resmungando, mas nao estou nao. Estou em paz. A vida tem sido generosa e mesmo com as dificuldades de adaptaçao nao tenho do que relamar. Devagarzinho a casinha vai ficando mais aconchegante, aos poucos vou entendendo melhor a lingua e me comunicando mais, vou me acostumando a cada dia mais com o jeitao do marido Ernesto, com a rotina da nova casa, da nova cidade e do novo paìs.

O contato com os velhos amigos segue com tranquilidade também, ainda sinto tanta saudade do convivio proximo, mas tenho menos ansiedade e cultivo tudo na medida do possìvel e na mesma proporçao em que recebo os novos amigos que estao chegando. Falando em receber, essa semana recebemos um convite para passarmos o capodanno (Ano Novo) na casa de uma médica, colega de Ernesto. Ela se chama Silvana, é casada, eles sao um pouco mais velhos do que eu e o marido Ernesto e tem uma filha adolescente. Um casal, que jà mencionei aqui no blog, muito agradàvel e que sao os meus primeiros amigos do mundo novo. Fiquei tao feliz!!!

Outra novidade maravilhosa é que amanha tenho novamente aula do curso de culinària siciliana La Cucina del Sole. A correria da semana passada nao me permitiu contar direito, mas é um curso que estava esperando desde que cheguei aqui em fevereiro. Uma senhora chamada Eleonora Consoli, autora de livros sobre culinaria, figurinha forte na cena siciliana, que ensina para turistas, cidadaos Cataneses e estrangeiros liçoes de como preparar delicias milenares da cozinha mediterranea. As aulas que estou tendo sao de pratos salgados, mas ela ensina também a fazer doces e a harmonizar tudo com vinhos. Adorei a primeira aula e fiquei com vontade de fazer os outros cursos também. Q uero tudo, claro…. mas piano, piano.

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A felicidade é como uma borboleta. Quanto mais você a persegue, mais ela se esquiva. Mas se você voltar sua atenção para outras coisas ela virá pousar calmamente nos seus ombros.
Thoreau

Foto By LuLu na Italia

Foto By LuLu na Italia ©

Quando eu finalmente parei de reclamar pude senti-la começar a entrar devagarzinho, sorrateiramente, com muito cuidado na minha alma. Nao sei explicar porque resisti tanto. Me apeguei ao medo. Talvez, “apego”, seja a palavra justa pra definir a dificuldade em deixar de ser esse alguém que jà fui, por tantos e tantos anos e que agora, assim, de repente, nao sou mais. Me apeguei ao passado e nao quis perceber sua presença, foi isso. Me apeguei ao que nao sou mais, nao vivencio mais, nao possuo mais, nao preciso mais e nao prestei atençao ao que vem surgindo à minha volta. Lamentei o caminho percorrido, esperneei  pela falta, choraminguei a ausencia ao invés de gozar o que é o presente: um presente. Isso mesmo, minha vida é um presente, embrulhado com papel dourado de muito valor agregado e amarrado com uma fita laranja da mais pura alegria.

Enfim, que bom que ela chegou. Posso senti-la encostando-se em mim com seu calorzinho bom. Posso ouvir sua risadinha terna e sapeca, como voz de criança, brincando de esconder detràs do sofà. E eu chamo: U-uuu… voce tà aì?? Como se eu nao soubesse. Hihihihi. Mas, posso senti-la.

Que bom que ela està aqui comigo. Me envolve o coraçao com suas maos macias como o mais tenro  algodao egipcio, me conforta e me enxuga as lagrimas de saudade. Porque essa, a saudade, também està aqui comigo e nem sei se vai embora algum dia, me faz companhia, às vezes brigo com ela mas, no fundo, ela nao incomoda ninguém.

Bom, hoje nao importa a saudade nem o apego ou o medo, nem tudo o que jà fui. Hoje o que eu mais quero é saudar essa minha amiga, que hà bem pouco tempo começou a fazer parte da minha nova vida e que me ajuda a construir o que eu sou e o que serei daqui pra frente. Quero me desculpar e dizer a ela que a busquei tanto, mas nos lugares errados. Quero confessar que tive medo e quase desespero de nao encontra-la nessa existencia e que minha sombra quase me fez acreditar que ela nao viria, veja sò que bobagem. Quero agradecer sua constancia, sua persistencia e sua paciencia, em esperar o meu momento. Quero pedir que ela fique pois, agora que a conheço, sei que aqui dentro de mim é o seu lugar.

Bem-vinda, felicidade.

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(Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.)

Saudade é uma das palavras mais presentes na poesia de amor da língua portuguesa e também na música popular, “saudade”, só conhecida em galego-português, descreve a mistura dos sentimentos de perda, distância e amor. A palavra vem do latim “solitas, solitatis, solitáte“, (solidão), na forma arcaica de “soedade, soidade e suidade” e sob influência de “saúde” e “saudar”.

Diz a lenda que foi cunhada na época dos Descobrimentos e no Brasil colônia esteve muito presente para definir a solidão dos portugueses numa terra estranha, longe de entes queridos. Define, pois, a melancolia causada pela lembrança; a mágoa que se sente pela ausência ou desaparecimento de pessoas, coisas, estados ou ações. Uma visão mais especifista aponta que o termo saudade advém de solitude e saudar, onde quem sofre é o que fica à esperar o retorno de quem partiu, e não o indivíduo que se foi, o qual nutriria nostalgia. Saudade é uma espécie de lembrança nostálgica, lembrança carinhosa de um bem especial que está ausente, acompanhado de um desejo de revê-lo ou possuí-lo. Uma única palavra para designar todas as mudanças desse sentimento é quase exclusividade do vocabulário da língua portuguesa.

Recentemente, uma pesquisa entre tradutores britânicos apontou a palavra “saudade” como a sétima palavra de mais difícil tradução.

Pode-se sentir saudade de muita coisa:

– de alguém falecido.
– de alguém que amamos e está longe ou ausente.
– de um amigo querido.
– de alguém ou algo que não vemos há imenso tempo.
– de alguém que não conversamos há muito tempo.
– de sítios (lugares).
– de comida.
– de situações.
– de um amor

NOTAS MENTAIS

A saudade é chata, boba e feia.

A saudade é brega.
Saudade do vovo, almoço em familia, abraço de irma, chamego de tia, cheirinho da mamae, 😀 risadas gostosas, sobrinha Bruneca, sair pra dançar, vista da janela, telefonemas a qualquer momento sem ter assunto e ficar horas, afilhado-tipi..tipi-pererequinha-pequeno-minalinda-grandoes, fofocar, cafuné da vovo, cozinhar pros amigos,  comidinha gostosa da Ana, roupa lavada e passada pronta no armario, falar no msn com Ernesto, meu laptop deitada na cama, por-do-sol de Brasilia, amigas-irmas, sair prum rolé, conhecer os caminhos, banho de chuva, estar rodeada de amigos…
A saudade mata a gente, morena.

Ana Carolina – O avesso dos ponteiros

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Ainda me sinto muito isolada aqui. No Brasil sou a rainha do social e nao passava uma semana sequer sem uma balada, um agito, um cineminha, um jantar na casa de amigos, visitas em casa, eventos… Aqui nao. Ernesto sai pra trabalhar e eu ainda estou sem trabalhar fora, sem frequentar um curso, ou qualquer coisa que me OBRIGUE a sair de casa e consequentemente passo muuuuuuito tempo comigo mesma, arrumando a casa, cozinhando, lendo, estudando e na net. Confesso que a experiencia é bem nova e tem là os seus prazeres. Para a minha incansavel busca de mim mesma, que venho assumindo nos ultimos anos, poderia dizer que tenho feito um intensivao desde que me mudei. Tenho aprendido sobre mim mesma, nesses ultimos 6 meses, muito mais do que aprendi em todos os meus 38 anos passados.

Mas.. sinto falta de amigos. Muita.  Dos velhos, conhecidos, prazeirosos e confortàveis encontros, mas também de fazer novos contatos, desde aqueles rasinhos, facinhos e ainda sem poeira nenhuma até aqueles de improviso, num supermercado, na casa de alguém, desses que surpreendem e viram amizade-fraterna-profunda-pro-resto-da-vida.

Ontem à noite saimos pra jantar com um casal de novos conhecidos pela primeira vez. Ela, médica como Ernesto, trabalha com ele no pronto socorro e tem ainda seu consultorio proprio conveniado com o governo, sagitariana, mais velha que eu, simpatica, inteligente, sensivel. Ele, diretor de uma escola, burocrata, taurino, mais velho que Ernesto, simpatico, mais fechado que a esposa, meio desconfiado, inteligente. Comemos uma pizza, pra variar.. hehehehehe….  Terminamos a noite nos prometendo uma proxima. Foi agradàvel,mas faltou alguma coisa que eu nem sei se saberia explicar. Sei là, entende?… Se fosse pra usar uma expressao brasileira eu diria: faltou borogodó.

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Total de ontem: 2.803 kcal

Café da manha (342kcal) : 1/2 pao de hamburguer com gergelim (85kcal) + 1 ovo mexido com queijo (180kcal) + 1 copo de 200ml de cha com limao (77kcal).

Almoço (994kcal): 1 fatia de pao italiano (154kcal) + 150g penne ao forno com queijo e presunto (200kcal) + 1 linguiça calabresa (320kcal)+ pimentao ao forno (8kcal) + 2 nozes frescas (142kcal) + 1 fatia de ricota salata (50kcal) + 200ml de suco de abacaxi (120kcal)

Jantar (1467 kcal): 3 fatias de pizza (807kcal) + 4 taças de 100 ml de vinho tinto (260kcal) + 1 fatia de tiramissu (400kcal)

NOTAS MENTAIS:

Carài véi!!!

Como eu consegui comer 3 fatias gigantes de pizza!??????

Pra que beber 4 taças de vinho???

Ainda comi sobremesa!!!!! Eu sou folgada, mesmo! Putz!

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