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Archive for 8 de outubro de 2008

(Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.)

Saudade é uma das palavras mais presentes na poesia de amor da língua portuguesa e também na música popular, “saudade”, só conhecida em galego-português, descreve a mistura dos sentimentos de perda, distância e amor. A palavra vem do latim “solitas, solitatis, solitáte“, (solidão), na forma arcaica de “soedade, soidade e suidade” e sob influência de “saúde” e “saudar”.

Diz a lenda que foi cunhada na época dos Descobrimentos e no Brasil colônia esteve muito presente para definir a solidão dos portugueses numa terra estranha, longe de entes queridos. Define, pois, a melancolia causada pela lembrança; a mágoa que se sente pela ausência ou desaparecimento de pessoas, coisas, estados ou ações. Uma visão mais especifista aponta que o termo saudade advém de solitude e saudar, onde quem sofre é o que fica à esperar o retorno de quem partiu, e não o indivíduo que se foi, o qual nutriria nostalgia. Saudade é uma espécie de lembrança nostálgica, lembrança carinhosa de um bem especial que está ausente, acompanhado de um desejo de revê-lo ou possuí-lo. Uma única palavra para designar todas as mudanças desse sentimento é quase exclusividade do vocabulário da língua portuguesa.

Recentemente, uma pesquisa entre tradutores britânicos apontou a palavra “saudade” como a sétima palavra de mais difícil tradução.

Pode-se sentir saudade de muita coisa:

– de alguém falecido.
– de alguém que amamos e está longe ou ausente.
– de um amigo querido.
– de alguém ou algo que não vemos há imenso tempo.
– de alguém que não conversamos há muito tempo.
– de sítios (lugares).
– de comida.
– de situações.
– de um amor

NOTAS MENTAIS

A saudade é chata, boba e feia.

A saudade é brega.
Saudade do vovo, almoço em familia, abraço de irma, chamego de tia, cheirinho da mamae, 😀 risadas gostosas, sobrinha Bruneca, sair pra dançar, vista da janela, telefonemas a qualquer momento sem ter assunto e ficar horas, afilhado-tipi..tipi-pererequinha-pequeno-minalinda-grandoes, fofocar, cafuné da vovo, cozinhar pros amigos,  comidinha gostosa da Ana, roupa lavada e passada pronta no armario, falar no msn com Ernesto, meu laptop deitada na cama, por-do-sol de Brasilia, amigas-irmas, sair prum rolé, conhecer os caminhos, banho de chuva, estar rodeada de amigos…
A saudade mata a gente, morena.

Ana Carolina – O avesso dos ponteiros

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